Segunda-feira, 4 de Janeiro de 2010
Noticias Energéticas
A Rússia está com a ideia de criar uma OPEP do Gás
E se Portugal se junta-se com Espanha, Grécia, Itália, Tunísia, Marrocos e cria-se a OPEP do Azeite. Também o podíamos fazer dizem que o azeite é tão bom para a saúde e a maioria dos países ricos não o possuem era uma boa ideia para controlar o preço e a produção.
As OPEP`s até podem ser interessantes para os países integrantes mas criam um "directório" que deixam todos os outros países de fora, aumentando cada vez mais as assimetrias neste mundo global
A Rússia, Qatar, Irão, Argélia, Bolívia, Guiné Equatorial, Venezuela, países do Fórum de Países Exportadores de Gás (FPEG) querem ganhar peso internacional, antes de tomarem decisões sobre os investimentos a fazer no futuro em oleodutos.

Conversão da refinaria de Sines vai criar 7 mil postos de trabalho
A conversão da refinaria de Sines, que se prevê que esteja concluída em 2011, vai criar cerca de sete mil postos de trabalho “altamente qualificados”. Pedro Pereira, porta-voz da Galp Energia, afirma que o projecto “vai permitir suprimir todas as necessidades do consumo doméstico do gasóleo”. Manuel Coelho, presidente da Câmara Municipal de Sines, salienta que a expansão da refinaria “é essencial para aumentar a competitividade e melhorar a economia local e nacional”.
Fonte: www.setubalnarede.pt
A construção da nova central de cogeração no Lavradio, que vai entrar em funcionamento no próximo dia 1 de Janeiro, implicou “o maior investimento realizado no Barreiro, nos últimos anos”, rondando os 25 milhões de euros. Paulo Mota, engenheiro na empresa Fibras Sintéticas de Portugal (FISIPE), responsável por uma parte do investimento, esclarece que a central “vai utilizar gás natural que chegará ao consumidor sob a forma de energia eléctrica, que será injectada na rede pública”.
Nova central de cogeração do Barreiro implica 25 milhões de euros
Segunda-feira, 14 de Dezembro de 2009
O Chão por onde andamos (Registos, Caixas,Tampas e Acessos)
O Chão por onde andamos (Registos, Caixas,Tampas e Acessos)

Hospital Miguel Bombarda ( Lisboa)

Évora

Évora

Rua Damião de Gois (Algés)

Cidade de Lisboa

Queluz


Sines

Calçada de S. Bárbara (Lisboa)

Galp gás, Torres Novas

Esso Gás, Lisboa

Sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009
Certificação Energética

No impresso do IRS surgiu um campo novo... preparem-se...
Quando preencherem o impresso do IRS irão verificar a existência de um campo novo no Anexo H, campo dados dos imóveis, sobre a certificação energética?
Há que responder se o imóvel tem ou não classificação "A+" ou "A". Obviamente que a maioria não tem certificação, logo o campo a preencher é o NÃO.
Dizem os funcionários das Finanças que este campo não terá penalização no valor a ser reembolsado!
Mas... façam a v/ simulação com o Sim e com o Não e verão que o valor a ser reembolsado será diferente, num e noutro caso, logo seremos penalizados!!! (mais ou menos entre 50 € a 100 € a menos)
Se não tivermos a certificação seremos penalizados, daqui em diante, todos os anos.
Se a pedirmos, gastamos +-200 € num ano mas fica válida por vários anos (15 anos).
Mas, só vale a pena pedir certificação se obtivermos a classificação "A" ou "A+"...
Se o certificado indicar a classificação B... já haverá penalização Fiscal!!!!!!
Contactei a DECO que confirmou a legalidade da situação embora concordasse que a informação explicita e da comunicação social fosse nula... porque será?
Abaixo está um site que vos elucidará sobre este assunto, uma vez que esta lei já existe desde 2006... Os imóveis de luxo construídos em 2007 eram os poucos ou únicos que tinham esta certificação...
Para este ano já não vamos a tempo de pedir a certificação, mas mesmo que tenhamos certificação só não somos penalizados no IRS se a certificação for "A" ou "A+"... se for abaixo desta classificação seremos sempre penalizados...
Quem está a construir casa, peçam a v/certificação ao construtor. O Construtor já é obrigado a dar a certificação. Na casas novas caso não tenham pré-instalação de painéis solares e/ou soluções ecológicas terão agravamento do IMI.., serão consideradas casas "Não Verdes" e serão logo penalizadas na contribuição.
Para alterar o sistema, haverá que instalar PAINÉIS SOLARES, em v/ casa, uns para gerar água quente, outros para gerar electricidade. Até Julho/Agosto a CGDepósitos financia a instalação e montagem dos painéis solares, oferendo a Direcção Geral de Energia 50% do valor da instalação.
ver em: http://www.certificacaoenergetica.com/ e http://www.isr.uc.pt/~remodece/
Segunda-feira, 26 de Outubro de 2009
Conselhos de Segurança para utilizar o gás nas nossas casas
Um site importante para visitar
http://www.dolceta.eu/portugal/Mod3/spip.php?article352
Sobre a educação do Consumidor através da internet que tem umas informações interessantes sobre a segurança do uso do gás em casa
Terça-feira, 20 de Outubro de 2009
Primeira viagem de Avião a Gás Natural
Um avião do Catar Airways realizou na noite do 12 de Outubro de 2009 o primeiro voo com passageiros a bordo, à base de gás natural. Este voo histórico Londres-Doha, com uma duração de 6 horas, foi efectuado a bordo de um Airbus A340-600 que utiliza um motor Rolls-Royce Trent 556.
A Shell concebeu e produziu uma mistura composta à 50% de querosene sintético de gás líquido (GTL) e 50% de querosene convencional que será comercializado sob o nome de GTL Jorro Óleo combustível. Este combustível alternativo representa uma real alternativa em relação ao querosene clássico. A sua utilização permitirá nomeadamente libertar menos dióxido aquando da combustão e melhorará assim a qualidade do ar nos aeroportos mais frequentados. Este voo histórico coroa os dois anos de investigação de um consórcio efectuado conjuntamente por Airbus, pelo Catar Airways, o Catar Petroleum, o Catar Ciência & Technology Park, Rolls-Royce, Shell e WOQOD.
Terça-feira, 28 de Julho de 2009
A Energia Solar Quando Nasce é Para Todos

O Estado Português através do Ministério da Economia e da Inovação lançou o programa de incentivo à utilização de energias renováveis, que permite a todos os interessados usufruírem de apoio na instalação de painéis de aproveitamento da energia solar nas suas casas, até ao final de 2009.
È mais um incentivo à utilização das Energias Renováveis
Este Programa em colaboração com uma série de empresas instaladoras credenciadas e disponibilizando linhas de crédito em diversas instituições bancárias, vem facilitar em muito a instalação deste tipo de equipamentos.
É um programa “chave-na-mão” destina-se exclusivamente a consumidores particulares, e visa aproveitar a enorme disponibilidade de exposição solar de que Portugal usufrui.
Para saber mais informações, existe um número verde (707 200 636), e a visita do site: www.paineissolares.gov.pt

Segunda-feira, 27 de Julho de 2009
VopaK e Shell criam empresa para um Terminal metaneiro em Marselha
Com 90% de capital, a Vopak LNG Holding B.V será a maior accionista da empresa Fos Faster LNG Terminal SAS.
A Sociedade dos Petróleos Shell deterá os 10% restantes.
O projecto Fos Faster inscreve-se na estratégia de crescimento do Grande o Porto Marítimo de Marselha e será desenvolvido em estreita cooperação com este último. Esta empresa comum associa as avaliações de Vopak, em matéria de construção e exploração de terminais de armazenamento, e da Shell do qual a participação em actividades de Gás Natural Liquefeito (GNL) faz o actor essencial do domínio entre as sociedades petroleiras internacionais.
Como a Shell anunciou-o em Abril de 2007, o terminal metaneiro Fos Faster ofereceria, numa primeira fase, uma capacidade de na ordem de 8 mil milhões de metros-cúbicos de gás natural por ano, ou seja mais de 15% do consumo anual francês. De acordo com as necessidades do mercado e sob reserva da obtenção das diversas licenças e autorizações, este terminal poderia entrar em serviço a meio da próxima década. Permitiria a França e a Europa reforçar a diversificação das suas fontes de abastecimentos de gás natural.
A Shell é um actor essencial no domínio GNL e no fornecimento de gases na Europa. Com este projecto, Shell prossegue a sua estratégia de desenvolvimento de oportunidades em vista de uma diversificação dos abastecimentos energéticos da Europa, nomeadamente reforçando o fornecimento GNL.
Sexta-feira, 24 de Julho de 2009
Era Assim
Sexta-feira, 17 de Abril de 2009
EVENTOS
O BCSD Portugal em parceria com a Ecochoice e com o apoio da Somague vai realizar no próximo dia 23 de Abril, no Auditório da Sede da Somague, a Conferência "Eficiência Energética em Edifícios", integrada no Ciclo de Conferências Implementar a Sustentabilidade, que o BCSD Portugal tem vindo a levar a cabo com a colaboração dos seus associados.
Vimos por este meio convidá-lo (a) a estar presente nesta conferência e a participar connosco nesta terceira iniciativa do "Ciclo Implementar a Sustentabilidade".
A Sessão terá inicio pelas 14.30 h.
A inscrição é Gratuita mas sujeita a confirmação para
Filipe Heitor
filipe.heitor@bcsdportugal.org
:
Telefone: 217819001
Email:

III CONGRESSO INTERNACIONAL DE ENGENHARIA
E GESTÃO DA ENERGIA E MEIO AMBIENTE
Terça-feira, 17 de Março de 2009
O Gás no Mundo
Enviem as fossas fotos para: gasenergia@sapo.pt

Quinta-feira, 12 de Março de 2009
AEGPL - International liquefied petroleum gas Exhibition & Congress
EVENTOS
EGPL - International liquefied petroleum gas Exhibition & Congress
13 - 15 May 2009
VIENNA - Austria
Ver Site
http://www.aegpl.eu/Content/
EVENTOS II

Conferências sobre Energia e Alterações Climáticas
Ver Site:
http://conferencias.apea.pt
Terça-feira, 10 de Março de 2009
MICHELIN ENERGY
Estão no mercado estes pneus que anunciam poupança de combustível, e redução de emissões de CO2.
Comprei uns, mas ainda não deu para ver se são realmente eficazes.
A constante subida dos combustíveis, ainda nem deu para ver, as suas qualidades, mas se já experimentaram e viram resultados, ou não partilhem aqui no Blog.
Sexta-feira, 6 de Março de 2009
O Workshop Final do Projecto OILPRODIESEL

O OILPRODIESEL é um projecto demonstrativo, financiado pelo Programa LIFE-Ambiente, que pretendeu alargar os objectivos e aplicações do Projecto-piloto ÓLEO VALOR a todo o Concelho de Oeiras.
O OILPRODIESEL teve o seu início em finais de 2005 e é coordenado pelo Instituto de Soldadura e Qualidade; a Câmara Municipal de Oeiras e a OEINERGE são parceiros, entre outras entidades e organismos de referência a nível nacional (APEMETA, INETI, TECMIC, IPODEC) e internacional [AGERATEC (Suécia), INASMET (Espanha), INNOTERM (Hungria) e FRAUNHOFER UMSICHT (Alemanha)]. O projecto termina no final do mês de Março.
O Workshop Final do Projecto OILPRODIESEL terá lugar no Auditório do Edifício A do Instituto de Soldadura e Qualidade no Taguspark, das 9:00h às 13:00h, no dia 23 de Março de 2009.
O Workshop terá como principal objectivo apresentar alguns dos resultados do projecto e sensibilizar as autarquias, empresas e público em geral para a importância de uma correcta gestão de resíduos e para a diversificação dos recursos energéticos na sua aplicação ao sector dos transportes, concretamente, a utilização de Biodiesel.
As inscrições, embora gratuitas, são limitadas e sujeitas a confirmação.
Informação adicional e/ou inscrições através dos seguintes contactos:
ISQ
Tel.: 21 422 81 97
Fax: 21 422 81 29
E-mail: ambiente@isq.pt
www.oeinerge.pt
Quarta-feira, 14 de Janeiro de 2009
Novo Gasoduto Espanha-Argélia
MEDGAZ terminou a instalação de um gasoduto que vai directamente da Argélia para Espanha. A empresa italiana Saipem S.p.A, foi responsável pela infra-estrutura submarina, entre Beni Saf (costa argelina) e Almeria, um gasoduto que se estende dos 210 quilómetros, no mar Mar Mediterrâneo a mais de 2.000 metros de profundidade. Os testes hidráulicos destinados a verificar o bom funcionamento do gasoduto está previsto para o segundo semestre 2009.
Sexta-feira, 9 de Janeiro de 2009
Novas Metas Europeias de Eficiência Energética
O Parlamento Europeu (PE) aprovou o pacote destinado a aumentar a eficiência energética na Europa até 2020, aprovando assim novas metas europeias de eficiência energética até 2020.
As propostas que fazem parte deste pacote legislativo incluem várias matérias, que ainda terão de ser aprovadas pelo Conselho:
- Comércio de licenças de emissão,
- Contribuição de cada Estado-membro para a redução das emissões,
- Captura e armazenagem de carbono e energia proveniente de fontes renováveis,
- Emissões de dióxido de carbono (CO2) dos automóveis e especificações para os carburantes.
1. Energias renováveis
Para Portugal, a meta para a quota de energia de fontes renováveis no consumo final de energia em 2020 é fixada em 31%.
A meta de 10% para as energias renováveis nos transportes é fixada ao mesmo nível para todos os Estados-membros.
Para demonstrar o cumprimento das obrigações nacionais de energias renováveis impostas aos operadores e do objectivo para a utilização de energia proveniente de fontes renováveis nos transportes, a contribuição dos biocombustíveis produzidos a partir de resíduos, detritos, material celulósico não alimentar e material lignocelulósico terá de ser o dobro da contribuição dos outros biocombustíveis.
2. Construção, transportes, agricultura e resíduos
O PE aprovou também as regras para a determinação da contribuição mínima dos Estados-membros para reduzir as emissões no período 2013-2020 nos sectores da construção, transportes, agricultura e resíduos, que não estão abrangidos pelo regime europeu de comércio de emissões. Assim, cada país comunitário terá um objectivo específico de redução a cumprir. Para os novos Estados-membros e para Portugal esse objectivo é aumentado em 1%, mas permite um aumento das emissões respectivas até 2020.
Os Estados-membros que tenham como objectivo reduzir as suas emissões ou aumentá-las em, no máximo, 5% a título desta decisão poderão utilizar créditos adicionais até ao valor de 1% das suas emissões verificadas em 2005 para projectos nos países menos avançados e nas pequenas ilhas em desenvolvimento, desde que respeitem várias condições. Os Estados em causa são, além de Portugal, a Áustria, Finlândia, Dinamarca, Itália, Espanha, Bélgica, Luxemburgo, Irlanda, Eslovénia, Chipre e Suécia.
Os países europeus podem também transferir entre si parte das emissões autorizadas de gases com efeito de estufa a que têm direito, dentro de determinadas condições.
3. Sector automóvel
Outra proposta aprovada pelo PE respeita a um regulamento que estabelece requisitos de desempenho em matéria de emissões de CO2 dos automóveis novos de passageiros, a fim de assegurar a realização do objectivo geral da UE de 120 gramas de CO2/km até 2012.
Actualmente, o transporte rodoviário representa 12% das emissões totais deste poluente. Segundo dados da UE, em 2006, as emissões médias dos automóveis novos vendidos em Portugal era de 144 gramas de CO2/km, em comparação com 187 gramas de CO2/km na Suécia. Assim, as emissões médias de CO2 dos automóveis novos de passageiros (categoria M1) foram fixadas em 130 g de CO2/km mediante melhorias nas tecnologias dos motores dos veículos. Uma redução adicional de 10 g de CO2/km (para atingir os 120 g CO2/km) será obtida através de outros avanços tecnológicos e de um aumento na utilização de biocombustíveis sustentáveis.
A partir de 2012 será aplicada uma redução das emissões médias de CO2 dos automóveis novos até aos 95g de CO2/km.
Os fabricantes de automóveis terão de assegurar que 65% da frota em 2012, 75% em 2013, 80% em 2014 e 100% a partir de 2015 cumpra o objectivo de emissões. A partir de 2012, por cada ano civil em que as emissões específicas médias de CO2 sejam superiores ao objectivo de emissões para esse ano, o fabricante será penalizado com uma multa sobre as emissões excedentárias. Assim, de 2012 até 2018, a multa será de 5 euros pela primeira grama de CO2, 15 euros pela segunda, 25 euros pela terceira e 95 euros pela quarta e seguintes gramas. A partir de 2019, os fabricantes terão de pagar 95 euros por cada grama de CO2 que ultrapasse o objectivo de emissões.
Relativamente aos carburantes, o PE aprovou alterações à directiva relativa à qualidade dos combustíveis, que estabelece reduções obrigatórias dos gases com efeito de estufa provenientes dos combustíveis.
As novas especificações técnicas para os combustíveis abrangem veículos rodoviários, máquinas móveis não rodoviárias (incluindo embarcações de navegação interior quando não em mar), tractores agrícolas e florestais e as embarcações de recreio quando não em mar.
Os novos objectivos, uma vez em vigor, vão obrigar os fornecedores, até finais de 2020, a reduzir até 10% das emissões de gases com efeito de estufa durante o ciclo de vida dos combustíveis por unidade de energia de combustível e de energia fornecida.
Devem conseguir uma redução de, pelo menos, 6% até 2020, por comparação com o nível médio observado na UE de emissões de gases com efeito de estufa por unidade de energia produzida a partir de combustíveis fósseis em 2010, através da utilização de biocombustíveis, combustíveis alternativos e reduções a nível da queima e da ventilação nos sítios de produção.
4. Mais gases incluídos nas licenças de emissão
Uma das novidades aprovadas pelo PE respeita à inclusão de mais gases com efeito de estufa (actualmente só o CO2 é contemplado) na directiva relativa ao comércio de licenças de emissão de gases com efeito de estufa.
Por outro lado, as licenças de emissão colocadas no mercado deverão ser reduzidas de ano para ano, de modo a permitir uma diminuição de 21% em 2020, relativamente aos níveis de 2005, das emissões abrangidas pelo regime comunitário do comércio de licenças de emissão (RCLE-UE).
Actualmente, este regime abrange mais de 10 mil instalações industriais na UE, e inclui centrais eléctricas, refinarias de petróleo e siderurgias, representando cerca de metade das emissões de CO2 da Europa comunitária.
No sector da electricidade, a partir de 2013 a venda de licenças deverá ser feita, exclusivamente, em leilão. As metas para o leilão de licenças é de 30% até 2013, para chegar aos 100% em 2020.
Os produtores de electricidade podem, no entanto, receber licenças de emissão a título gratuito para o aquecimento e arrefecimento urbanos e no que diz respeito à produção de calor ou frio através de co-geração com elevado nível de eficiência.
5. Captura e armazenagem de carbono
O pacote clima-energia integra também uma directiva sobre a captura e armazenagem de carbono (CAC). O objectivo da armazenagem geológica ambientalmente segura de CO2 é a contenção permanente do CO2 de modo a impedir e, quando tal não seja possível, eliminar o mais possível quaisquer efeitos negativos e quaisquer riscos para o ambiente e para a saúde humana.
Existem 300 milhões de licenças disponíveis para o financiamento das tecnologias inovadoras de captação e de armazenagem de carbono e das fontes de energia renováveis. Este mecanismo não financiará mais de 15% do número total de licenças disponíveis para esse efeito.
Terça-feira, 6 de Janeiro de 2009
Preços dos Combustíveis on-line
Quarta-feira, 24 de Dezembro de 2008
Portal das Energia Renováveis

Ver em:
http://www.energiasrenovaveis.com/
Energias:
Biomassa, Eólica, Geotérmica, Hídrica, Hidrogénio, Oceanos, Solar
Quinta-feira, 27 de Novembro de 2008
Campanha Você Controla a Mudança do Clima
Sábado, 25 de Outubro de 2008
Projecto Escola da Energia

O projecto Escola da Energia e o Concurso "Energia para Eco-Reporter" resultam de um trabalho de parceria entre
a Associação Bandeira Azul da Europa
e a Galp Energia.
Sites: Instituto Tecnológico do Gás
Site do ITG, muitos Serviços, muita Formação, pouca ou nada de informação sobre o passado, exemplo da APGC, ou sobre gás.
Merece uma consulta em :
http://www.itg.pt